Aquele soquito e foge de Scolari para, logo de seguida, já protegido por meia dúzia dos seus, armar ao forte no género "agarrem-me senão eu mato-o" é bem indiciador do espírito do seleccionador nacional: um covarde que apenas fala grosso quando sente as costas quentes.
quinta-feira, setembro 13, 2007
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