segunda-feira, dezembro 24, 2007
VITALDIADES
FESTIVIDADE
sábado, dezembro 22, 2007
JESUALDO
quarta-feira, dezembro 19, 2007
MÚSICA DE NATAL
quarta-feira, dezembro 12, 2007
SOBERANIA
sexta-feira, dezembro 07, 2007
VOCAÇÕES
Passam-me pela cabeça vinte e tal anos a queimar neurónios.
Esta coisa das vocações é uma grande treta, não é?
quarta-feira, dezembro 05, 2007
SAQUE
terça-feira, dezembro 04, 2007
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
domingo, dezembro 02, 2007
quarta-feira, novembro 28, 2007
É A BOLA, ESTÚPIDO
ANFIELD
ENERGÚMENO
terça-feira, novembro 27, 2007
MIGUEL SOUSA TAVARES
Não. E espero que nunca precise de acreditar em Deus para conseguir enfrentar a morte olhos nos olhos.
Miguel Sousa Tavares. O resto da entrevista está aqui
INDEPENDÊNCIA MENTAL
Em 1993 devolvi, curto e grosso, o cartão de militância partidária ao recém líder da minha “jota”. E nunca mais entrei num partido.
Fi-lo com a mesma vontade com que, uns anos antes, atirara com a porta às ventas de um clero falido e obeso, que só me mostrava interessado em impor-me dogmas.
Tarde, é certo, tinha percebido a verdadeira dimensão do delito de opinião, sobretudo na lógica político-partidária. O vómito da cartilha, despejado em comícios e barulhentas acções de rua, e o esquecimento posterior, era o destino dos “jotas”, para que os barões pudessem dispôr.
Pensar era um bocadinho mau. Diferente do partido péssimo. Dizê-lo um suicídio. Atirei com a porta com quanta força tive; enterrei sonhos que perseguia desde menino (e são os mais dificeis de enterrar e as dores mais complicadas de sarar) e jurei a minha independência mental. Deve ser assim que um pássaro se sente quando lhe abrem a gaiola (desde que esta não tenha estado fechada muito tempo). É assim que me sinto desde então.
domingo, novembro 25, 2007
JESUALDO
PRIORIDADES
A decisão é de um populismo ordinário e cinico, ou não viesse de Menezes.
Todos os dias são atropelados e estropiados cidadãos no concelho de Gaia, vítimas de acidentes de viação e de trabalho, sem que Menezes perca um segundo a pensar nisso. Mas agora, pelo efeito dos holofotes, vem em parangonas anunciar um apoio psicológico.
Pergunto só quem precisará mais desse apoio: a família a quem é comunicado pelo telefone, de chofre, que o familiar que saira de manhã de casa para o emprego morreu atropelado na passadeira ou a de um soldado voluntário que partiu para um cenário de guerra?