terça-feira, abril 14, 2009

NUM PAÍS A SÉRIO - XXIII...

… uma Juiz (do Tribunal de Ovar) não tinha indeferido um requerimento de um advogado só porque aquele tinha sido apresentado em papel verde. Teria, isso sim, estado mais preocupada com a morosidade que o seu despcacho provocou e a injustiça da multa que aplicou. E não tinha depois levado um valente puxão de orelhas valente do Tribunal da Relação do Porto que, basicamente, a mandou ter juízo...

segunda-feira, abril 13, 2009

TÁ A ANDAR

E ao 437º dia o Guga andou mesmo... sózinho.

COBIÇA

O Benfica afunda-se a olhos vistos e não tarda está em quarto.
No futebol, como na vida, é sempre assim: quando alguém tenta vencer não à custa do mérito próprio mas da desgraça alheia tem esta sorte.
Nós, por cá, agradecemos.

sábado, abril 11, 2009

VIVA A MINI-SAIA E OS DECOTES

A Maria Pulquéria Lúcia sugeriu o não uso de mini-saias, decotes, perfumes agressívos, sapatilhas e gangas na Loja do Cidadão de Faro!!! Parece mesmo que os proibiu.
Mas também o que é que se poderia esperar de alguém com um nome destes que ainda por cima é vogal de um tal Conselho Directivo da Agência de Modernização Administrativa!!! um cargo que facilmente se percebe é inútil, deprezível e suprível?
Ao lê-la imaginamos o quê? Óculos fundo de garrafa, os dentes numa lástima, um cheiro a sovaco com dias e uns folhos e umas flores nas vestimentas, a dourar um mau gosto congénito.
Gostava de, por um dia, obrigar a Pulquéria a usar uma valente mini-saia e um decote daqueles. Podia ser que se desinibisse e aprendesse a preocupar-se e trabalhar em coisas sérias, em vez de andar entretida com esta moralite de caixote do lixo.

quarta-feira, abril 08, 2009

CATEDRAL DE SONHOS


Dizem que Old Trafford é a "Catedral dos Sonhos". Insofismável verdade.

O MU ficou a sonhar com um resultado melhor; um FC Porto nos limites que a sua petulância e pesporrência ditavam logo a seguir ao sorteio; que sim, que estava ganho; muito, muito british.

O FC Porto ficou a sonhar com as meias-finais, bastando para isso que jogue o que jogou na tal Catedral. Sem velas nem orações. Só alma, qualidade e vontade. À moda do norte.

NUM PAÍS A SÉRIO - XXII...

… uma ruína, sem portas, telhado ou janelas, adquirida com o único propósito de demolir as poucas paredes que lhe restavam para erigir novo empreendimento imobiliário, não estaria obrigada a possuir um certificado energético, pelo qual os proprietários pagaram €. 350,00, dinheiro que apenas serviu para alimentar um pançudo inútil que assinou o relatório.

ENORME

O FC Porto está a 90 minutos de, novamente, fazer história.
E não só futebolística.
É impar e único em Portugal.
Só os cegos continuam a negá-lo.

domingo, abril 05, 2009

NUM PAÍS A SÉRIO - XXI...

… um bombista (Otelo Saraiva de Carvalho), assassino e atentador do Estado de Direito, não tinha saído impune dos inúmeros crimes que praticou. Muito menos andaria de cabeça levantada, como se de um herói se tratasse.

sábado, abril 04, 2009

A PADEIRA MORGADO

Como já disse aqui, uma incompetente mas, sobretudo, malfeitora procuradora como a Morgado, num país a sério já tinha sido posta no lugar.
Ela é assim uma espécie de Padeira de Aljubarrota mas ao contrário. Quem devia ir para o forno era ela própria.
Ontem, em VN Gaia, a absolvição de Pinto da Costa (a terceira das acusações que ela lhe fez) deixou bem patente os intentos, os rigor e a competência da desguedelhada procuradora.
Digo e repito: encontrem-me na justiça de Tribunal (porque a mulher só conhece a das TVs e dos Jornais) uma condenação séria das acusações mediáticas que já fez. NEM UMA.

PARTIDARITE

Uma das interrogações que me tenho feito a propósito da democracia representativa portuguesa prende-se com o voto fiel no partido. Mais concretamente na forma quase devota, acrítica e seguidista com que vejo muita gente utilizar a mais preciosa arma que um cidadão tem em democracia: o voto.
Espanto-me como assisto a um fenómeno, social e economicamente transversal, de ver que há quem consiga, ao fim de 30 anos de democracia, ter votado sempre no mesmo partido. Nas legislativas, nas autárquicas, nas europeias encontram sempre na mesma sigla ou cor o mérito para “deitar” o votinho.
Pior.
São mesmo capazes em eleições como as presidenciais ou num mero referendo seguir o voto que o partido manda, num seguidismo quase insano.
Acho que há duas grandes razões a explicá-lo.
Uma, puramente emocional, em tudo semelhante ao que nos faz querer que nosso clube de futebol vença, mesmo prejudicando o adversário, com um penaltie, sancionado e apontado para lá da hora, por uma falta que nunca existiu. É o lado emocional do “está comigo ou conta mim”, ainda com raízes profundas no pré e pós 25 de Abril.
Outro, mais racional e preocupante, o de que a generalidade dos portugueses prefere que alguém pense por si, quem decida por si. Quem nunca ouviu dizer: “- Se o PM diz ele saberá porque o diz. Ele sabe mais disto do que nós…”?
A política, como tudo na vida, tem que ser feita de escolhas; a melhor escolha em cada momento. E ela não pode estar sempre do mesmo lado da barricada.
Interrogo-me como é possível ter gostado e votado em personalidades e projectos tão diferentes como os de Sá Carneiro, Durão Barroso, Marcelo ou Santana Lopes?
Ou Mário Soares, Guterres e Sócrates?

sexta-feira, abril 03, 2009

MILES E A MÚSICA

A tarde que se põe pede uma toada jazzistica.
Em versão monoartística, um dos seus reis: Miles.











Em sotaque brasuca desejo um bom finau di sémana

HE HE HE HE HE HE!!!

Este Rio é impagável.
Está a aprender depressa.
Ser e parecer são coisas muito diferentes.
Não tarda está a PM

BPN E A FALÊNCIA

É cada vez mais óbvio o tremendo erro de avaliação feito pelo Governo quando decidiu lançar mão ao BPN.
Verdadeiramente a saque, o banco não é, simplesmente, viável, salvo se, com abuso e com o nosso dinheiro, a Caixa continuar a servir de poço sem fundo para tapar as tropelias de Oliveira e Costa.
Deixar falir o banco (e os outros que fosse preciso) era o passo adequado no sentido da economia e a finança perceberem que os negócios também se fazem com moral e com ética. E que, quando assim não é, há um preço elevado a pagar.

NUM PAÍS A SÉRIO - XX...

… um especulador ordinário (Berardo) não seria uma das maiores fortunas nacionais alicerçada numa das maiores dívidas pessoais. Paradoxal? Nem tanto. Sobretudo um troglodita que nem a língua mãe conhece não teria o jogo de favores que o poder lhe concede (veja-se a colecção Berardo em Belém). Não teria tempo de antena nem um pingo de credibilidade. Mas por cá é um heróis nacional, que até protege os coitadinhos dos trabalhadores da PT contra a OPA da Sonae.

quinta-feira, abril 02, 2009

(DES)LIGA(DA)

Um a um vão caindo os argumentos (e as punições) aplicadas pelo Conselho de Disciplina da Liga ao FC Porto e ao seu presidente.
Ricardo Costa vai vendo, assim, ser posta a nú a sua competência jurídica. O tal rapazinho prodigio é, afinal, um jurista medíocre.
Pior.
Fica destapada a sua parcialidade decisória.
Não há quem lhe mova um processo por dano?

PERSEGUIÇÃO

Eles não percebem mesmo nada.
Com mais este descarado caso de perseguição desportiva e política, o inefável presidente do Conselho Disciplinar da Liga, tão afoito em agradar aos de Lisboa, não percebe que a força do FC Porto se faz disto.
Não tenho dúvidas que só vai contribuir para o Porto entrar mais forte e determiando no jogo com o Guimarães.
Ao mesmo tempo decisões como esta podem servir para abrir os olhos a alguns cegos. E, nas eleições que se avizinham, darem um valente pontapé no cú do presidente da Liga, que vê e apoia este estado de coisas.

NUM PAÍS A SÉRIO - XIX...

… um Presidente do Conselho (Salazar) não teria ficado ancorado no poder até que uma bendita cadeira (ou banco, consoante as versões) fizesse o que a cobardia de muitos e os interesses instalados de outros não lograram permitir alcançar.

SENTENÇAS

Com os seus costumeiros exageros, nos EUA, um homem foi condenado a duas prisões perpétuas.
Gostava de saber como é que se executam defintivamente duas situações definitivas e que se sobrepõem.
Assim como assim podiam condenar o sujeito a duas penas de morte. Dois enforcamentos, por exemplo. Queria era ver o carrasco a enforcar um morto...

quarta-feira, abril 01, 2009

FOME

Quem tenha por hábito andar a pé pelo Porto já reparou na multiplicação de gente a mendigar à porta de repartições públicas, correios, supermercados e ruas movimentadas.
Normalmente de sotaque de leste, este desenraizados sociais padecem do pior dos males: a fome.
Este vai ser, sem dúvida, o grande drama social dos próximos dois anos. É que não havendo portas de supermercados para todos, alguns vão ter mesmo que ir às portas (ou mesmo dentro) de nossas casas...

NUM PAÍS A SÉRIO - XVIII...


...um troglodita como este, que anda a encher o bandulho à custa das obras públicas e das negociatas que preparou enquanto ministro, tinha vergonha de vir a público com a afirmações desta estirpe: "Devia haver apoios às empresas que não estão mal".
É gente desta laia que bem merecia o Tarrafal...